quarta-feira, novembro 02, 2005

Um bocadinho de "Pop Art" e Silhouette


Sempre fui grande apreciadora daquele lado louco do Warhol, da genica cerebral entre a cor, a imagem e o negativo das inúmeras figuras públicas e missivas publicitárias que produziu ao longo da sua carreira plástica artística. A fusão entre décadas, épocas e expressões literárias/artísticas estão a surgir de novo nas ruas e na mentalidade daqueles que melhor as dominam. O expressionismo é a grande base para a miscelânea.
Carlos Melo tirou a foto, Miguel Mares fez a montagem...
Obrigada pelo "tratamento" :-) meninos

3 Comentários:

Blogger O Bom Selvagem disse...

Gira.

3 de novembro de 2005 às 16:35  
Anonymous kaka disse...

grd foto, excelente fotografo, grd sentido de oportunidade, modelo exclusivo. sem duvida uma grd foto da minha anocas!!!

10 de novembro de 2005 às 15:07  
Anonymous bébéu disse...

Morre lentamente quem não viaja,
quem não lê, quem não ouve música,
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o "preto no branco" e os "pontos nos is"
a um turbilhão de emoções indomáveis,
justamente as que resgatam brilho nos olhos,
sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
chuva incessante, desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo
exige um esforço muito maior do que o simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!

Pablo Neruda

11 de novembro de 2005 às 11:08  

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